segunda-feira, 27 de abril de 2009

Novidade diminui uso do petróleo na fabricação de pneus


Pneu desenvolvido com óleo da casca da laranja é uma alternativa para diminuir o uso do petróleo. quando se pensa em investir em tecnologia que não polua o ambiente, o conceito verde é logo o que vem a mente. porém, agora, pode mudar de cor. A fabricante japonesa Yokohama desenvolveu um pneu com produtos químicos derivados da casca da laranja. Os novos componentes testados vêm de um espécie de óleo produzido pela casca da fruta, que garantem a mesma durabilidade do pneu convencional e ajudam a reduzir o consumo de combustível. Os novos componentes aderiram muito bem às substâncias da borracha e, por isso, também garantem segurança. A empresa afirma que a laranja vem sendo testada há alguns anos, mas somente agora os testes chegaram a um bom resultado. A previsão é que o novo produto comece a ser vendido em junho deste ano.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Cuidado ao utrapassar caminhões na estrada


A ultrapassagem só é permitida se a faixa for descontínua do lado que o veículo trafega;


Olhe, pelo retrovisor, se os carros de trás ou da frente já iniciaram a ultrapassagem;


Veja se na faixa contrária há espaço suficiente para a manobra ser feita com segurança;


Avise o caminhoneiro sobre sua intenção com a seta e um leve toque na buzina.


quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Você realmente sabe o que está escrito na lateral do pneu?


Uma explicação rápida é dada abaixo sobre os elementos que fazem a designação completa do pneu e o significado individual dos números e das letras.
O que 205/55 R16 91 W significa realmente?
205: largura da secção do pneu em milímetros.
55: representa em porcentagem, a altura da secção do pneu em relação a largura.
R: código para o tipo de pneu (R: pneu radial).
16: diâmetro do pneu em polegadas.
91: índice de carga (carga máxima permitida).
W: velocidade máxima aprovada (V: até 240 km/h [150 mph];
W: até 270 km/h [168 mph]; ZR: dentro da designação do tamanho, acima de 240 km/h [150 mph]).

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Crise?

Agora só se fala em crise.
Prefiro deixar de lado esta palavra e usar outras: analise, criatividade e otimismo.
Onde surge uma dificuldade, surge também uma nova oportunidade. Sai na frente quem consegue vislumbrar as novas oportunidades e redirecionar o seu negócio com criatividade e rapidez.
Perder tempo pensando em crise não traz solução.
Assim como parar e esperar, só vai te fazer perder tempo e mercado.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Dicas para regulagem dos faróis


Poucos sabem qual é a importância da luz para os veículos. Menos pessoas ainda sabem dizer, por exemplo, por que as lâmpadas dos faróis param de funcionar, ou então por que elas devem ser trocadas aos pares.
O conjunto dessas informações é essencial para que se tenha uma iluminação adequada, capaz de prevenir acidentes de trânsito tanto nas ruas como nas avenidas e nas rodovias, especialmente naquelas em mau estado de conservação, que infelizmente ainda existem.
Quando a lâmpada de um dos faróis queima, o ideal é que se faça a troca da outra também. Isso porque esses produtos passam pelo mesmo processo de fabricação, com os mesmos materiais e equipamentos, o que significa que elas tem o mesmo tempo de vida útil. Com pequenas atitudes, como esse ‘adiantamento’ da troca de lâmpadas , o cliente economiza tempo e dinheiro e, consequentemente, não precisa interromper seus compromissos por problemas técnicos.
As lâmpadas dos automóveis param de funcionar devido a uma ruptura que pode ocorrer no filamento, que é causado pelo desgaste natural. Além desse, existem outros fatores que podem provocar sua queima, como produtos de má qualidade que possuem uma vida útil menor que a especificada nas normas, filamento com posicionamento irregular, mau contato entre lâmpada e o soquete, vibrações e choques mecânicos acima do especificado em normas, entre outros.
Para regular os faróis, o ideal é usar equipamento especifico em uma oficina especializada.


segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Desalinhamento de direção causa danos aos rolamentos




O alinhamento de direção deve manter as rodas dianteiras e traseiras paralelas entre si e perfeitamente apoiadas no solo quando o veiculo estiver em movimento.
O alinhamento irregular causa diversas sobrecargas nos rolamentos das rodas, nos pneus, terminal de direção e em outros componentes da suspensão, o que pode reduzir a estabilidade do veículo em uso.
As forças (sobrecargas), que atuam sobre a geometria da suspensão e podem causar desgaste prematuro dos rolamentos, são originadas pelos valores da convergência/ divergência entre a cambagem, balanceamento das rodas e o ângulo de caster da coluna da suspensão.


A CAMBAGEM

O camber, popularmente conhecido como cambagem, é o ângulo do posicionamento vertical das rodas. Ele é determinado pela inclinação da roda, podendo ser positivo (desgaste irregular dos pneus na borda externa), negativo (desgaste irregualr na borda interna) ou ainda nulo (neutro) pelo desgaste normal ( os pneus ficam perpendiculares ao solo). Nos carros de passeio, é utilizada cambagem, nula ou negativa, busca o melhor compromisso entre a durabilidade dos pneus e a boa estabilidade em curvas.

Como identificar problemas de desalinhamento da direção, especificamente na cambagem das rodas.

Tanto o ângulo positivo como o negativo provocam sobrecargas axiais/radiais, gerando danificações por desalinhamento dos anéis internos, esferas/roletes com relação ao anel externo do rolamento.
Para detectar falhas no rolamento de roda, por desalinhamento provocado pela cambagem, o motorista deve ficar atento a dirigibilidade do veículo, ao desgaste irregular dos pneus e aos seguintes sintomas, quando o veículo estiver na velocidade de 80km/h:
Vibração ou trepidação na extremidade da roda.
Ruídos e vibração em curvas, como tinidos, estalos ou esmerilhamento.
Vibração no painel ou assento, acompanhada de ruídos como roncos, com o pedal da embreagem acionado.

O alinhamento de direção completo é muito importante para os rolamentos de roda

A realização da cambagem evita a sobrecarga por desalinhamento nos rolamento e pneus, bem como proporciona maior segurança e estabilidade do veículo.



DICAS:



Observe os valores de alinhamento especificados pelo fabricante de cada modelo de veículo;
Confira o alinhamento sempre que houver forte impacto em buracos e obstáculos, quando for substituído qualquer componente de suspensão ou direção, se houver desgaste excessivo de forma irregular nos pneus, ou se o carro apresentar instabilidade nas curvas e nas frenagens.
Mesmo que nada disso ocorra, é importante alinhar as rodas a cada 10 mil Km, para compensar o desgaste e a folga dos componentes da suspensão.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Especialistas apostam no sucesso dos carros híbridos no Brasil


Mercados emergentes são apostas para a popularização de novidade.
Brasil pode aliar a tecnologia hibrida com o uso do álcool combustível.

Hoje uma grande tendência do mercado mundial são as formas alternativas de energia para movimentar o acelerado mundo automotivo. Entenda um pouco melhor como estes sistemas funcionam a seguir.
A expectativa das montadoras é de até 2020 o volume de modelos híbridos vendidos no mundo seja o mesmo dos modelos equipados somente com motores a combustão. Para tanto, é preciso da demanda de grandes mercados, como o Brasil. Mas quando o carro híbrido será comercialmente viável no país?
O carro híbrido pode andar tanto movido por combustão quanto por energia elétrica. Para isso, utiliza dois motores,: um elétrico e um a gasolina. Eles agem em conjunto, podendo um dos motores ser acionado para auxiliar o outro.
Existem três tipos de carros híbridos: no híbrido-paralelo, o motor a combustão é responsável pela locomoção do automóvel e o elétrico é um auxílio extra para melhorar o desempenho do mesmo; no híbrido-série acontece o contrario, o motor elétrico é responsável pela locomoção do automóvel, e o motor a combustão é acionado apenas quando falta energia elétrica e, neste caso, ele movimenta o carro o tempo sufuiente para recarregar as baterias do motor elétrico; o terceiro tipo é o híbrido-misto, que combina aspectos do sistema em série com o sistema paralelo, sendo possível usar apenas o motor elétrico ou os dois motores simultaneamente.